“Vai se aventurar ou deixar como está?”, por Thomaz Barcellos

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*hipnoterapeuta, mestre em ciências médicas e nutrólogo

Mesmo que a vida esteja insatisfatória, muitas pessoas se opõem às mudanças porque têm medo do que pode esperá-las no futuro. Se escondem atrás de desculpas como o “deixa rolar que com o tempo as coisas se ajeitam”.

Será que se ajeitam?

Frequentemente são pessoas que, mesmo infelizes, preferem não abrir mão da segurança que acham que possuem, sem perceber que ela é ilusória. Permanecem anos numa situação aflitiva, reprimindo sentimentos negativos aos montes que só fazem aumentar o estresse, a tensão e a ansiedade. O acúmulo desses sentimentos acaba comprometendo a saúde emocional e física.

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Muito desse processo se deve à recusa em manifestar os próprios desejos, vontades e necessidades porque temem pôr em risco seus empregos “seguros” ou comprometer a “harmonia” dos relacionamentos “estáveis”. Pessoas assim sofrem, se martirizam, se fazem de vítima e seguem a vida fantasiando pensamentos de que as coisas melhorarão com o tempo, e, pior, vivem doentes acreditando que isso é pura manifestação de um amor verdadeiro.

A vida muda e os ciclos se renovam, mas não podemos nos esquecer que temos o livre arbítrio que nos possibilita buscar uma vida mais satisfatória, e basta, para isso, um pouco mais de ousadia em se arriscar em uma nova aventura e criar condições favoráveis.

E os riscos?

Estarão lá, mas o que é seguro nessa vida?

Reflita sobre o quanto já desperdiçou de vida achando que as coisas melhorariam.

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