por Patrícia Ferraz, coach pessoal

Quantas vezes somos gentis e prestativas com os outros, mas acabamos sendo cruéis e exigentes conosco? Quantas vezes acreditamos que não vamos dar conta, que estamos fazendo algo errado devido ao julgamento dos outros? Quantas vezes vivemos de acordo com a cartilha que nos foi ensinada (e que não foi por mal), porém no meio do caminho sentimos vontade de modificar algo aqui, ali…? E é aí que vem uma voz que nos paralisa, nos limita, nos diz que buscar aquilo que desejamos, por mais simples ou complexo que seja, é besteira. Essa voz diz que não temos mais idade, não vamos conseguir, que é birra da nossa parte e que é melhor nos aquietarmos. Acabamos aceitando tanto e esquecemos do que realmente merecemos.

A inquietude em algum ponto gera uma oportunidade de evolução, o que ocorre por meio do processo de autodesenvolvimento: a busca de se conhecer, porém, com base no momento atual em que está cada um, nas atitudes e mudanças que precisam ser tomadas no momento, agora. Planejar, agir e mudar. São essas horas que nos permitimos seguir o caminho que queremos ou não.

Nós somos muito mais do que falaram, do que nos ensinaram, cada uma com sua individualidade e real valor como cônjuges, pais, amigos, filhos, namorados…

A vida anda corrida e se tem alguém que entende de autocobrança por exercer vários papéis somos nós. É exigência é tanta, aceitamos imposições que muitas vezes nem entendemos o motivo de estarmos fazendo algo.

Priorizar-se não é egoísmo, se amar não é egoísmo, ser a sua prioridade vai modificar como você lida com tudo ao seu redor e vai melhorar todos os âmbitos da sua vida.


Ronnie Martyns

Minha vida é tão abstrata quanto uma Polock e extravagante como Nana Fine.Me encontre no Instagram @ronniemartyns

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