Latina e provocativa assim e ‘Madame X’ de Madonna

Se, Confessions on a Dance Floor, Madonna mostrou que um artista pode permanecer tão ou mais original na terceira década de experiência igual no início, como havia feito com Ray of Light nos últimos tempos, agora depois de 36 anos da publicação de seu primeiro álbum, com Madame X, que chegou às lojas na sexta-feira, 14 de junho, a diva não só estende essa certeza para sua quarta década na estrada, mas mais uma vez eleva o padrão para a “competição”.

“Madonna propõe uma visão original e um tanto desarranjado no mundo da música”

Se seus álbuns são geralmente caleidoscópicos, ‘Madame X’ é ainda mais, e ela multiplica sua imagem com uma preocupação renovada. Madonna, mais uma vez, não mostra sinais de derrota ou acomodação, determinada a continuar captando a mensagem ditada pelos tempos e transformá-la em um produto pop extravagante.

Madame X/Reprodução

‘Madame X’ é seu primeiro álbum em quatro anos, depois de ‘Rebel heart’ (2015), e vem 37 anos depois do primeiro ‘single’, aquele ‘Everybody‘ que a catapultou como ‘pin up’ supostamente efêmero.Sua enésima reinvenção vem através de um personagem, Madame X, que se apresenta como uma agente secreta que viaja pelo mundo mudando sua identidade e lutando pela liberdade. Enunciação pomposa, mas no auge de um conteúdo ousado, projeção transcultural é um golpe do álbum, incomum, embora cada vez menos, em um ângulo – estrela Saxon:

Madonna canta em espanhol e Português, e incorpora em seus ritmos um mundo tropical supostamente assimilados a partir de sua última residência na cidade de Lisboa entendida como ponto de vista para a África e as Américas.

Introspecção barroca

O fado insinua-se numa das canções,
Killers who are partying’, que lida com ecos de guitarras portuguesas e ‘batidas’ quebradas numa dinâmica melancólica. Porque ‘Madame X’ combina ousadia e introspecção, e junto com as mais estridentes bombas rítmicas ela tem as sequências mais chiaroscuras e rarefeitas que podemos lembrar em um disco de Madonna. Músicas como a que toma o lugar de ‘Medellín‘ no início do álbum, que ‘Dark ballet‘ com piano dos sonhos e toques barrocos, ou o orquestrado ‘Looking for mercy’.Em outra direção, bem mundialista Madonna, puxa o reggae em ‘Future‘ (dueto com Quavo), empurrando através polirritmia delirantes tribais em ‘Batuka‘, com um ritmo Angolano kuduro e o invasivo ‘Faz Gostoso‘ (com a brasileira Anitta ). Há os registros mais incríveis (que adicionar o segundo encontro com Maluma, (‘Bitch I’m loca’), em contraste com o ‘dance’ os enquadramentos clássicos ‘God control’ e ‘I don’t search I find’ celebração sob a bola de espelhos.

Madame X/Reprodução

Cada canção é diferente e permite isolar, tão típico de consumo de hábitos modernos, embora ‘Madame X’ tem uma amálgama unitária viscoso em que microeletrônica e ritmos climas de surround do sul e refrões obsessivos, derretida sem fraturas internas.Com a ajuda, novamente, de Mirwais e cúmplices modernos, como Diplo e Billboard, Madonna entra nos anos 60 com um novo impulso, colocando sua própria marca excêntrica em um pop em transformação.

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