Dificuldade em encontrar ou manter um parceiro

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Poucas situações geram tantos conflitos internos nas pessoas, como a dificuldade de encontrar ou manter um companheiro. E é que por natureza precisamos de uma pessoa com quem desenvolver vínculos afetivos e amorosos e, em muitos casos, formar uma família.

Desde a infância, a sociedade nos diz que o estado ideal do adulto é ser parceiro do amor de sua vida, um ser que nos complementará. Então, desde o início da vida adulta, o meio social nos pressiona a encontrar um parceiro, de forma a não nos desvencilharmos socialmente. E a partir dos 30 anos, quem não tem parceiro estável é visto com suspeita pela família e amigos próximos.

Nem todas as relações são baseadas no afeto, pelo contrário, o interesse e a comodidade de uma ou ambas as partes é o motivo mais comum para o emparelhamento.

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Por exemplo, algumas pessoas baseiam seu relacionamento como casal na conveniência econômica, outras por motivos de obtenção da cidadania e muitas outras simplesmente no medo de enfrentar a idade adulta sozinhas. A verdade é que, por qualquer motivo, as pessoas tendem a se acasalar e manter um relacionamento estável.

Diante do cenário acima, é lógico que naqueles que têm dificuldade em encontrar ou manter um parceiro, surjam sentimentos de culpa e insegurança. Quando algo tão simples para o resto de seus pares é tão difícil para um indivíduo, é normal que este pense que há algo errado com ele. E se esse pensamento for mal direcionado, pode levar a uma perda perniciosa de auto-estima.

É importante que, dada a dificuldade recorrente em encontrar ou manter um relacionamento estável, você vá a um especialista em psicologia. Com sua ajuda profissional, você poderá encontrar a origem do problema e estabelecer os mecanismos para resolvê-lo.

Como a terapia pode ajudá-lo a superar a dificuldade de encontrar ou manter um parceiro?

Aqui estão algumas maneiras pelas quais a terapia ajuda aqueles que estão tendo problemas para encontrar ou manter um parceiro. Estas são indicadas sem o intuito de generalizar, pois cada pessoa possui uma estrutura mental e uma autoimagem própria, que deve ser analisada pelo profissional responsável pela terapia.

1.- Ajuda a superar a timidez

Os introvertidos têm poucos laços sociais, o que reduz muito a probabilidade de encontrar um parceiro. Por outro lado, a timidez representa um obstáculo no estabelecimento de vínculos estáveis, principalmente à medida que sua família ou amigos se tornam mais sociáveis.

Nesses casos, as terapias para a timidez se concentram no desenvolvimento de habilidades sociais adequadas, em um ritmo que não seja sufocante para a pessoa afetada. O psicólogo se encarrega de desenvolver uma terapia adequada para cada pessoa, desenvolvendo passo a passo a confiança social que o indivíduo tratado necessita.

2.- Aumentar a autoestima

Como observado anteriormente, os problemas de correspondência geralmente levam à perda de auto-estima. E isso, por sua vez, causa comportamentos inseguros e medo de se relacionar com outras pessoas, causando, então, transtornos de comportamento social.

Nesse caso, a terapia se baseia no resgate da autoimagem do indivíduo, destacando o lado positivo de sua personalidade. Com várias técnicas terapêuticas, a auto-estima é resgatada, até que seja fortalecida o suficiente para empreender com sucesso o vínculo social e amoroso.

3.- Diminuir o medo do fracasso

A dificuldade de encontrar casais devido ao medo do fracasso é comum em pessoas que já tiveram relacionamentos amorosos conturbados. Por exemplo, é comum que muitas das pessoas que tiveram divórcios complexos e dolorosos tenham medo de voltar a ficar juntos e repetir a experiência.

O medo do fracasso é tratado na terapia, resgatando a visão positiva e otimista da convivência como casal. Também fazer com que a pessoa afetada entenda que cada relacionamento é diferente e que o fracasso em um relacionamento anterior não significa que se repetirá em um futuro.

4.- Disposições de compromisso

A convivência em casal exige que cada membro mantenha um compromisso firme com o outro, o que implica modificar alguns aspectos da vida cotidiana. Por esta razão, as pessoas que, consciente ou inconscientemente, temem o compromisso, muitas vezes sabotam seus relacionamentos como casal.

Nesse caso, a terapia ajuda o indivíduo a amadurecer, preparando-o para adquirir o nível de comprometimento que um relacionamento estável exige. A pessoa afetada aprende técnicas de negociação para o relacionamento de casal, o que lhe permite enfrentar o compromisso sem perder totalmente a liberdade individual.

Em suma, com a orientação de um especialista em psicologia é possível superar as diversas causas que originam a dificuldade de encontrar ou manter um companheiro. Portanto, é importante ir ao psicólogo quando essa dificuldade se tornar crônica.

No entanto, se você tiver problemas para encontrar um parceiro estável ou se o relacionamento não for satisfatório, é recomendável consultar um psicólogo que o ajude a desenvolver habilidades sociais e relacionamentos internacionais.

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Comentarios

  1. O que as medidas iniciais do Covid-19 trouxeram, a título de prevenção, fez com que o aspecto conjugal se tornasse análogo ao cio: mesmo em home office, casais “se estranharam” no sentido de não terem mais relações e, se já era difícil o diálogo – em especial – na “cama”, deixou de existir! Quando as caminhadas “voltaram” um cara, se aproximou e comentou a atração que minhas pernas despertaram nele e, emendou bem peludas. Ai comentei que ele sempre deveria saber que era Bissexual mas o abalo na relação com mulher (depois comentou que era casado e estavam separados), fez ele me “observar”. Acabamos nos conhecendo melhor e, casar também é vocação: mesmo sendo homossexual e cis, em que o cara que e Bissexual “aprecia”, pela discrição, mas o ambiente: ter estado no quarto dele, ele “entrando”, fez pensar que será que todos os homossexuais, buscam a heteronormatividade, de ter rotina de casado, até aqueles que buscam ter prole? Já que sermos Independentes, em eterna lua de mel, sempre foi o estilo de vida homossexual!

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