Dia da Mulher: como elas avaliam os seus relacionamentos amorosos

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Muita coisa vem se transformando no universo feminino nos últimos tempos, inclusive na forma de estabelecer as relações afetivas. Para saber o que pensam as mulheres do universo sugar, o site de relacionamentos MeuPatrocínio, o pioneiro no Brasil e o maior em número de usuários, foi ouvir algumas mulheres com o perfil de Sugar Baby Sugar Mommy. O objetivo foi descobrir como elas vivenciam e percebem as suas relações amorosas.

Fica evidente que tudo está ligado aos valores pessoais e à história de vida destas mulheres, mas os relacionamentos duradouros já não são mais vistos como metas. Segundo as usuárias entrevistadas, as relações têm uma duração incerta já que dependerão da satisfação das partes e quanto mais desapego melhor. As mudanças na forma de se relacionar estão vinculadas, principalmente, à liberdade de escolha e à possibilidade de experimentar o novo. E a relação sugar surge neste contexto como uma nova tendência, uma opção para um relacionamento alinhado desde o início, com expectativas claras, honestas e transparentes.

Entre as quase 57 mil sugar mommies cadastradas no site, Heloísa R., divorciada e empresária de 50 anos, conta que partiu de um casamento onde o marido era a figura autoritária e foi em busca da liberdade. Passou por terapia após a separação para deixar de se submeter às situações com as quais não concordava. Foi um tempo de autoconhecimento e muito trabalho para descobrir os próprios desejos. Quando se julgou preparada para “tentar de novo”, teve alguns relacionamentos com homens da sua faixa etária. “Eram pessoas que também traziam uma bagagem de vida muitas vezes pesada e eu não estava mais disposta a fazer o papel de ouvinte de lamentações. Queria experimentar uma relação mais leve, de troca, algo mais divertido e descompromissado. Foi quando conheci o MeuPatrocínio. Fiz a minha inscrição e fiquei espantada com o número de mensagens que recebi. Homens mais jovens, iniciando a carreira e com muita vontade de conhecer o mundo, atraídos pela maturidade e segurança de uma mulher mais velha. Pude fazer uma seleção criteriosa, tive alguns encontros que não passaram do primeiro até conhecer Rodrigo. Com 28 anos, ele trouxe o frescor que faltava na minha vida. Estamos juntos há seis meses e não importa o tempo que vai durar. Saímos sempre juntos, frequentamos a mesma academia e ele está até me apresentando os prazeres de uma alimentação mais saudável e natural, além de outros, é claro! Descobri que ainda sou uma mulher atraente e interessante, com muita vontade de aproveitar tudo o que a vida tem a oferecer. Sim, eu o ajudo financeiramente, qual o problema? Os homens não fazem isso o tempo todo com suas esposas? Mas a nossa troca vai muito além do aspecto financeiro, ele me mostrou que a vida merece ser vivida com intensidade.”

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Renata P., sugar baby de 20 anos, estudante universitária, acredita que a mulher deve trabalhar para conquistar a sua independência e o direito de fazer suas próprias escolhas. Ela diz ter entrado para o mundo sugar por indicação de uma amiga. “Estava cansada de ralar e mal conseguir pagar as contas. Queria fazer outros cursos que podem me garantir uma melhor formação profissional. Encontrar um sugar daddy fez a diferença na minha vida! Ele me ajuda a equilibrar o lado financeiro e atua como um grande conselheiro. Homem maduro é outra história. Sou mimada o tempo todo e me sinto amparada, sem perder a minha independência! Ele apoia as minhas decisões e dá a maior força!”.

Fugir das imposições de uma família que esperava por um casamento e pela maternidade foi sempre o desejo de Priscila F., advogada de 29 anos. Ela é uma das mais de dois milhões de sugar babies cadastradas no Meu Patrocínio. No caso dela, a busca foi por liberdade, cortando os laços familiares. “Encontrar o meu sugar daddy me deu forças e impulso para sair de casa e ir morar sozinha. Temos uma relação aberta, não pensamos em uma união estável, só queremos aproveitar a vida. Tive a sorte de encontrá-lo antes da pandemia e conseguimos viajar muito. Tudo bancado por ele, viagens que eu demoraria anos para conseguir fazer sozinha. Hoje, tenho apoio emocional e financeiro para não desistir dos meus sonhos. Não estamos comprometidos para a vida inteira. Amanhã, podemos querer alguém diferente, ou melhor. A vida é assim e, por enquanto, está ótimo”, afirma Priscila.

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