Confira as principais dúvidas de quem se interessa por Astrologia

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Não há dúvidas de que a astrologia se tornou uma importante ferramenta de autoconhecimento nos últimos anos. Fazer um mapa astral pode ser uma maneira de compreender melhor as próprias fraquezas e potências, aproveitando ao máximo as diferentes fases da vida.

Apesar da popularidade, ainda existem muitos mitos e dúvidas recorrentes sobre o tema. Como nem todos têm disponibilidade de se aprofundar verdadeiramente no assunto – fazendo um curso de astrologia, por exemplo – noções equivocadas podem se propagar, acarretando em perguntas frequentes sobre alguns tópicos.

Dentre as dúvidas mais comuns estão o conhecimento sobre como surgiram os signos, o significado do mapa astral, a importância do ascendente, a identificação com o signo solar e a existência – ou não – do inferno astral, período que antecipa o aniversário.

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1. Como surgiram os signos?

Há registros históricos de interpretações astrológicas desde o século 5 a.C. De maneira resumida, o Zodíaco é a divisão do percurso do Sol, em doze partes iguais, de 30 graus cada uma, que são os signos. Eles são inspirados em diferentes constelações – cada uma se referindo a um ser vivo ou objeto, baseado em seu formato.

A formação do pensamento astrológico tem influências de povos babilônios, gregos e egípcios. Aos poucos, essas civilizações foram percebendo o impacto dos astros não só no ambiente e na natureza, mas nos próprios humanos.

Porém, é importante salientar que existem diferenças entre constelações e signos, uma vez que as estrelas não ocupam um espaço regular, existindo algumas maiores e outras menores. Dessa forma, a constelação real em que o Sol se encontra não irá necessariamente corresponder ao signo em questão.

2. Por que o signo ascendente é tão importante?

O signo que representa o ascendente de alguém está localizado na Casa 1 do mapa astral e equivale ao astro que estava cruzando a linha do horizonte no momento do nascimento. Esse posicionamento é uma espécie de cartão de visita, responsável por trazer as primeiras impressões e as características físicas de alguém.

O ascendente é extremamente importante, podendo influenciar diretamente qualquer um. O signo da Casa 1 traz a singularidade de cada pessoa, como uma espécie de “marca”, que torna o indivíduo quem ele é.

Há uma crença que, com o passar dos anos, o ascendente pode crescer no mapa, tornando-se mais relevante do que os outros posicionamentos. Porém, a dinâmica não acontece necessariamente nos astros.

Como o ascendente é uma espécie de marca registrada de alguém, com o amadurecimento, a pessoa pode se reconhecer melhor com ele e não se importar tanto com as noções de terceiros sobre o certo e o errado, dando mais destaque para a sua Casa 1. Assim, o ascendente pode agir em sua máxima potência.

3. Por que há pessoas que não se identificam com os seus signos solares?

O mapa astral é formado pela conjunção de diversos astros e planetas em diferentes casas e angulações. Por isso, apesar de o signo solar ser de grande relevância, ele não é o único responsável pela formação da personalidade de alguém. Além disso, a astrologia identifica tendências de caminho, mas cada pessoa tem autonomia para lidar com os seus próprios posicionamentos.

“O mapa é uma interpretação de como nós nos organizamos, quais são as nossas possibilidades e tendências. Dentro disso, nós vamos fazendo escolhas, encontrando um ambiente que pode, ou não, favorecer a explorarmos determinada potência”, explica a astróloga Cláudia Lisboa.

Um exemplo é com a análise de irmãos gêmeos, que nasceram com minutos de diferença. O mapa astral de ambos tende a ser extremamente parecido, se não idêntico. Entretanto, a maneira como cada um irá interpretá-lo pode variar. Dessa forma, é possível que um dos irmãos tenha seu signo solar acentuado em Leão, a ponto que o outro dê destaque para sua Lua, em Câncer. Signos diferentes, que implicam em características distintas.

4. Quais informações um mapa astral pode revelar?

Resumidamente, o mapa astral é uma espécie de foto do céu, das posições dos astros e planetas no exato momento do nascimento de alguém. Com base nele, um astrólogo consegue obter diversas informações sobre um indivíduo, seja no âmbito físico, emocional, familiar, amoroso, profissional etc.

Cada casa fala sobre um determinado assunto e, dependendo do signo, planeta e astros que nela habitam, a potência de cada área pode variar. Uma leitura detalhada do mapa astral natal revela sobre diversos temas.

Gostos pessoais, amizades, saúde física e mental, maneira de se comunicar, formas de brigar, propósitos na vida, heranças cármicas, características profissionais. Com a análise do mapa astral é possível ter uma compreensão completa da personalidade e da vida de alguém, com todas suas forças e dificuldades.

5. Existe inferno astral?

O período do inferno astral refere-se à época anterior ao aniversário, na qual o Sol se aproxima do signo da pessoa em questão. Segundo o senso comum, as coisas podem dar errado ou não acontecerem da melhor forma durante o momento. Na astrologia, porém, o conceito não é amplamente aceito e o termo “inferno” implica em algo extremamente negativo, o que não é necessariamente o caso.

Todo ano, cada um tem sua própria Revolução Solar, que é uma espécie de ano novo individual – o momento em que o Sol dá um giro completo, voltando à posição em que estava no dia em que a pessoa nasceu. Portanto, o período anterior é uma espécie de fechamento de ciclo – o que pode trazer à tona questões mal resolvidas e, de certa forma, um cansaço para o indivíduo.

Por isso, há a sensação, às vezes, de que as coisas não estão indo bem, porém, isso não é regra. Dependendo do momento de vida e do ano astrológico que a pessoa teve, é possível que o período prévio ao aniversário seja positivo e cheio de energia.

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