Como resolver problemas de relacionamento com maturidade e compreensão?

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A relação do casal evolui, muda e amadurece, ou seja, uma relação afetiva passa por diferentes fases. Essas fases incluem momentos agradáveis ​​e positivos, mas por mais unidos e harmoniosos que sejam, acrescentam uma forte carga emocional que às vezes produz conflitos no casal.

Quando duas pessoas se juntam e decidem seguir o caminho da vida juntas, elas adicionam suas personalidades, crenças e experiências anteriores à equação. Há muitos papéis a decidir e é um esquema de mudança onde o casal deve se adaptar aos novos cenários de vida que se produzem.

Diferentes fases do relacionamento do casal

Diferentes fases de relacionamento de casal podem ser listadas, mas podemos apontar estas três principais:

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O começo. Apaixonar-se é a base da grande maioria dos relacionamentos. Nesta fase a atenção está voltada para os aspectos comuns e, em geral, dificilmente percebendo os aspectos que nos diferenciam. Nesta fase, evitamos conflitos. Apaixonar-se é uma emoção e, portanto, tende à habituação.

A convivência. Quando um casal decide morar junto, há muitos hábitos que antes não compartilhavam e tarefas domésticas que devem ser atribuídas. Agora cada pessoa começa a se mostrar como é e o encontro começa a ser mais real, podendo surgir diferenças na forma de resolver conflitos.

Filhos. Com a chegada de um bebê, ocorre uma nova mudança qualitativa. As tarefas se multiplicam exponencialmente e o casal tem que unificar critérios com base na educação que pretende conceder.

Já apontamos esses três estágios pelos quais muitos casais passarão, mas há muitas outras mudanças que podem ocorrer no relacionamento de um casal, como as relacionadas ao trabalho (mudança de horários, salários, desemprego, mudança geográfica …), problemas de saúde, adolescência dos filhos, na idade madura quando os filhos se tornam independentes, e um longo etc.

Como resolver problemas de relacionamento

Independentemente do momento vital em que o casal se encontre, há uma série de recomendações “universais” que nos ajudarão em qualquer fase em que nos encontremos.

Portanto, vamos ver uma série de dicas para quando ocorrem conflitos no casal:

Discutindo, não brigando. Uma das primeiras ideias é desmistificar a argumentação. Ter brigas não é sinônimo de mau relacionamento, mas é muito importante como discutimos e evitamos que levem a brigas.

Comunicação. Uma das ferramentas mais poderosas à disposição do casal para superar suas diferenças, desde que bem utilizada.

Fale sobre os problemas. Se algo nos preocupa, é bom avisar ao nosso parceiro, mas escolhendo um bom momento em que ambos estejam em boa predisposição emocional. Linguagem não ofensiva. Devemos ter cuidado, pois as palavras que escolhemos podem abrir feridas profundas.

Escuta ativa. Se o nosso parceiro se sentir ouvido e perceber que estamos nos esforçando para compreendê-lo, já teremos dado um grande passo na resolução do problema.

Concentre-se em um único tópico. Ao discutir um assunto, você deve ser conciso e objetivo, e não desviar para outras questões conflitantes e remover outras “roupas sujas” do passado para recriminar e aumentar a tensão.

Concentre-se em resolver o conflito. Vinculado ao anterior, seja construtivo, evitando censuras, e busque as contribuições necessárias para se chegar a uma solução satisfatória e sobretudo conjunta.

Eu respeito. Evite cair em desrespeito. Se o insulto for atingido, é um sinal inequívoco de que a discussão não será produtiva, muito pelo contrário.

Comunicação não verbal. O contato físico é importante. Dar um abraço espontâneo no parceiro, por exemplo, pode ser de grande ajuda e acabar com alguns dias de tensão e mau humor. Da mesma forma, com caretas ou gestos ruins, podemos aumentar nossa distância emocional.

Evite arrastar problemas externos para o nosso relacionamento. É muito comum que um conflito no trabalho ou com amigos, nós o levamos para nossa casa e o estendamos para o nosso relacionamento. Na verdade, em muitas ocasiões, essa confiança é mal interpretada e nos faz descarregar nossa frustração no parceiro. Devemos tentar estar cientes disso e construir muros, não trazer o mal de fora para o nosso relacionamento (por exemplo, pouco antes de entrar em casa, respiramos profundamente e deixamos de fora aqueles problemas que iremos coletar e enfrentar na manhã seguinte no lugar preciso).

Em suma, a discussão faz parte do casal e vocês também devem trabalhar como casal nela. Nem sempre será possível chegar a um acordo totalmente satisfatório, mas de pouco adianta, a longo prazo, impor-se ao outro. No pior caso, um acordo deve ser alcançado em desacordo e um mínimo de entendimento deve ser alcançado.

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