A semana começa com um tom mais difícil, mas a dificuldade inicial tem como objetivo apenas aprimorar nosso foco e esforços em torno do que queremos alcançar. Marte e Saturno se encontram no céu e, nessa altura tem início um bate-papo difícil que, entre idas e vindas, dura até janeiro. Marte, o planeta da ação, quer fazer e acontecer, se lançar, porque pensa que está pronto e está na hora. Mas Saturno, que representa as figuras de autoridade, as regras e as estruturas, aponta que ainda não dá, que ainda não estamos prontos, que é preciso cumprir ainda com algumas etapas fundamentais para que o processo seja bem-sucedido.

O segredo aqui é não bater de frente e encontrar opções alternativas. Até porque, com Mercúrio (planeta do lógico e do intelecto) em um contato amigável com Urano (planeta da originalidade e inovação) nós estamos mais apto a solucionar problemas antigos ou complexos com ideias que, embora ainda não tenham sido tentadas antes, são bem voltadas para resultados práticos.

Outro ponto relevante esta semana são os relacionamentos. Com Vênus encontrando Júpiter e Plutão por oposição, este mais claro para nós o que queremos e o que não queremos daqueles com quem nos relacionamos. Sabemos que podemos mais e não estamos dispostos a aceitar mixaria. Com o nosso otimismo e generosidade, seremos capazes sim de alcançar mais daquilo que tanto desejamos, talvez até transformando definitivamente algumas das nossas relações – para melhor. No entanto, no final da semana há o potencial para desilusão, quando Mercúrio se encontrar com Netuno por oposição. Nada que nos coloque muito para baixo, mas talvez algumas das conversas ou iniciativas que tomamos no início da semana e pareciam promissoras podem morrer na praia. Se for o caso, as transformações as quais estarão sujeitas as nossas relações pode ser sim em direção a cortes e colocação de limites. Talvez a relação continue, mas decidiremos (ainda que sem comunicar) que já não será mais nas mesmas bases.

A mensagem importante da semana é: não é porque existem obstáculos e demoras que é para jogar a toalha. Pelo contrário, é hora de se perguntar como contornar problemas que se recusam a se mover. E também que é hora sim de transformar alguns relacionamentos. Você pode esperar que o outro decida ou se ouvir, se conectar com as suas necessidades e fazer as suas próprias escolhas. Aqui reside a diferença entre sermos vítimas dos eventos ou criadores da narrativa que conta a nossa história.

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