Ansiedade está presente em 8 a cada 10 brasileiros durante a pandemia

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O Ministério da Saúde realizou uma pesquisa com 17.491 brasileiros com idade média de 38,3 anos, variando entre 18 e 92 anos, durante os meses de abril e maio de 2020, quando as mortes pelo novo coronavírus aumentaram. O levantamento revelou que 8 entre 10 brasileiros estavam sofrendo de algum transtorno de ansiedade.

Frente ao cenário atípico, o sentimento de medo, a insônia e a ansiedade tornaram-se um relato comum. Em conjunto, os sintomas têm contribuído para aumento de um dado já alarmante em território nacional: o número de brasileiros acometidos por insônia e ansiedade.

Prejuízo profissional, seja pela perda do trabalho ou redução da carga horária, e o isolamento social são dois grandes fatores que geram o estresse pós-traumático, um dos desmembramentos da ansiedade. Segundo a pesquisa, havia a suspeita de acometimento do problema em mais de 1/3 dos participantes da pesquisa.

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Em agosto e setembro de 2020, foi conduzida uma segunda etapa dessa mesma pesquisa, com os mesmos participantes, também pelo Ministério da Saúde. O número de pessoas ansiosas seguia alto, mas apresentava uma leve queda: passou de 86% para 74%. Ainda assim, de acordo com a OMS, o Brasil segue como país mais ansioso do mundo desde 2017. Neste ano, são 18,6 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de transtorno de ansiedade – o que corresponde a 9,3% dos brasileiros diagnosticados com algum tipo de transtorno ligado à ansiedade.

Outra constatação: aumentou, dentre os participantes da pesquisa, o consumo de ansiolíticos e antidepressivos:  15,79% de antidepressivos e 22,66% de ansiolíticos.

Entre os transtornos mentais, a ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil, de acordo com o INSS.

Mas há uma luz no fim do túnel. Com a qualidade de vida diretamente comprometida, há quem busque suporte para abrandar os quadros de ansiedade e prolongar o período de sono, fazendo uso de fitoterápicos, como a Passiflora incarnata associada a Crataegus rhipidophylla e Salix alba L.

Esta associação de 3 extratos faz com que haja uma eficácia   não somente no tratamento da insônia e ansiedade principalmente pela ação da Passiflora, mas também possibilitando o alívio das repercussões cardíacas da ansiedade, pela ação do Crataegus, como também o alívio das dores tensionais associadas aos quadros de ansiedade, pela ação do Salix.

Muitas vezes a ação dos medicamentos fitoterápicos se deve a um “conjunto de moléculas” presentes no extrato botânico em concentrações pequenas, denominado “fitocomplexo”, e que podem agir sinergicamente para propiciar seu efeito terapêutico, sendo eficaz e melhor tolerado do que medicamentos sintéticos que possuem sua ação causada por uma única substância química isolada. Está aí a grande vantagem da Fitoterapia, explica a Dra. Rita de Cássia Salhani Ferrari, geriatra e Fellowship no Geriatric Medicine Program na University of Pennsylvania, responsável pelo departamento de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Marjan Farma.

A fitoterapia tem se apresentado como importante aliada para enfrentar o atual momento. Em nosso País temos uma legislação avançada que controla os fitoterápicos.  Os extratos botânicos que compõem estes produtos passam pelo mesmo Controle de Qualidade dos medicamentos compostos por substâncias sintéticas.

O momento em que vivemos ainda é sensível e delicado. E é claro que casos mais graves de ansiedade e insônia o requerem a avaliação de um médico especialista ou profissional da saúde para darem um encaminhamento. No entanto, é possível sair dessa fase complexa, evitando picos de ansiedade e insônia com o uso dos bons e tradicionais fitoterápicos para equilibrar a saúde física e mental.

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